Maurel Mamede Selares

Cadeira 26

Maurel Mamede Selares

Maurel Mamede Selares, nascido em 20/03/1971, filho de Kerly Magalhães Selares e Rosemar Soares Mamede, apesar de nascido em São Luís, possui fortes vínculos com o município de Itapecuru Mirim, desde meados dos anos setenta.

Cursou o ensino fundamental no Grupo Escolar Gomes de Sousa e no Centro Educacional do Maranhão, ambos no município de Itapecuru Mirim. Sendo aluno do Colégio Marista em São Luís, da sétima série ao término do ensino médio.

Cursou Engenharia Elétrica e Direito na Universidade Federal do Maranhão.

Possui especialização em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho pela Universidade para Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, UNIDERP.

Posteriormente tornou-se mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília/DF.

Foi professor do ensino médio na disciplina Matemática contratado pelo Estado do Maranhão; servidor do Ministério Público Estadual/MA; servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região; Auditor-fiscal do Trabalho, e, atualmente, é Procurador do Ministério Público da União da Procuradoria Regional do Trabalho no Maranhão. Cargos sempre ocupados mediante aprovação em concurso público, sendo também nomeado em outros cargos decorrentes também de concurso público, tais como Analista judiciário no Tribunal Regional Federal da 1ª Região e técnico na Caixa Econômica Federal.

Atualmente é Procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Maranhão, biênio 2019 a 2021, tendo já exercido a vice-chefia do Órgão nos anos de 2015 a 2019.

Como atividades culturais e educacionais, foi professor de Matemática, idealizou e implementou uma página na internet para a divulgação da história e cultura do nosso município, que possui atualmente mais de doze mil membros. Possui artigos publicados na “Revista Direitos Sociais e Políticas Públicas (UNIFAFIBE)”, qualificação qualis B1 e na obra coletiva: “Direitos Humanos: a Dignidade Humana no Século XXI, pela Editora D’Plácido”.

Publicações

Direitos humanos:
a dignidade humana
no século XXI