Acadêmicos - AICLA

01 – Jucey Santos de Santana

02 – Geraldo Ismar Lopes

03 – Nicodemos Bezerra

04 – Cadeira Vaga

05 – Beto Diniz – Werbty Almeida Diniz

06 – Benedito de Jesus Nasc. Neto

07 – Alberto Pereira Martins Júnior

08 – Moaciene Monteiro de Araújo Lima

09 – Raimundo Gomes Meireles

10 – Francisco Inaldo Lima Lisboa

11 – Benedito Bogéa Buzar

12 – Brenno Bezerra de Araújo Pedrosa

13 – Maria da Assenção Lopes Pessoa

14 – Cadeira Vaga

15 – Romeu Bandeira de Melo

16 – José Paulo Lopes de Sousa

17 – Cadeira Vaga

18 – Alex Sandro Muniz Cunha

19 – Cadeira Vaga

20 – João Boaventura Bandeira de Melo

21 – Raimundo Nonato Lopes Junior

22 – Tarcísio Mota Coelho

23 – Raimundo Nonato Lopes

24 – Anozilda dos Santos Fonseca

25 – Janne Chaves Araújo

26 – Maurel Mamede Selares

27 – Mauro Bastos Pereira Rego

28 – Cadeira Vaga

29 – Josemar Sousa Lima

30 – Leonete Barros Amorim Barbosa

31 – Allison Rilktt Costa Santos

32 – Cadeira Vaga

33 – Maria das Mercedes S. De Menezes

34 – Benedita Silva de Azevedo

35 – Edvan Caldas Soares

36 – Terezinha Maria Muniz Cruz Lopes

37 – Gonçalo Amador Nonato

38 – Tiago de Oliveira Ferreira

39 – Ailson Lopes Costa

40 – Cadeira Vaga

Jucey Santos de Santana, natural de Itapecuru Mirim (MA), filha de Manoel Germano dos Santos e Margarida Barbosa dos Santos. Graduada em Direito, pesquisadora, memorialista, biógrafa e antologista. Membro Fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Artes e Letras (AICLA). Faz parte das seguintes instituições: Federação das Academias de Letras do Maranhão (FALMA); Associação Maranhense dos Escritores Independentes (AMEI); Sociedade de Cultura Latina do Brasil (SCLB); Academia Norteamericana de Literatura Moderna (ANLM); Academia Ludovicense de Letras (ALL); Academia Vargem-grandense de Letras e Artes (AVLA), Associação de Escritoras e Jornalista do Brasil (AJEB), Núcleo de Estudos de Mariana Luz (NEMA) e outros. Publicou as seguintes obras: Mariana Luz: Vida, Obra e Coisas de Itapecuru Mirim (2014); Itapecuruenses Notáveis (2016); Sinopse da História de Itapecuru Mirim (2018); A Cigarra Mariana Luz, categoria infanto-juvenil (2019), em parceria com Assenção Pessoa; Coletânea Inspirações Poéticas (2016); em parceria com Inaldo Lisboa; João Batista, um homem itapecuruense e sua múltipla história (2016); Organização individual; As Aventuras do Gato Syd, para o neto Davi (2018); e Púcaro Literário I (2017), Púcaro II 200 anos de Itapecuru (2018) e Púcaro III, Protagonismo Feminino (2021).

 Nicodemos Bezerra, nasceu em 29 de abril de 1965 em Miranda, na época povoado de Itapecuru-Mirim. Filho de David Montelo Bezerra e de Maria do Carmo Bezerra, e pai de Arthur, David e Nicolas Mesquita Bezerra, ele é descendente direto dos pioneiros que fundaram o citado povoado, hoje sede do município de Miranda do Norte.

O desmembramento político de Miranda não se constituiu desligamento definitivo de Itapecuru-Mirim, visto que a história em comum perpassa por vidas valorosas de homens e mulheres que construíram as bases daquela comunidade.  Homens como José Clementino Bezerra, Raimundo Abraão Bezerra, Francisco Alexandrino Bezerra e suas esposas e filhos desbravaram e expandiram o os limites Itapecuruenses formando a comunidade onde ele e seus pais nasceram. Pelas circunstâncias políticas hoje ele vive além das fronteiras de Itapecuru, mas seu Registro Geral vive a lembrá-lo que ele nasceu na terra de Mariana Luz, de João Lisboa, de Viriato Correia e da AICLA.

Quando criança esteve presente na fundação do Colégio João Lisboa, homenagem ao ilustre Itapecuruense, onde fez seus estudos ginasiais. Para o curso secundário precisou ir para a capital, onde estudou nos colégios Cardoso Amorim e Ronald Carvalho. Aos dezenove anos iniciou a vida universitária na Universidade Federal do Maranhão cursando Desenho Industrial. Naquela época o espírito literário já o inquietava. Mesmo matriculado no curso de Exatas costumava “pagar cadeiras extras” no Departamento de Letras, que oferecia vagas em disciplinas da área de linguagem.  O inevitável aconteceu: deixou o Design pelas Letras. Trocou a aparência pela essência!  Fez Letras e depois Pedagogia, ambos na Universidade Estadual do Maranhão. Recentemente concluiu o curso de Pós-Graduação em Coordenação Pedagógica, pela Universidade Federal do Maranhão.

Em 1988 o então povoado Miranda se emancipa, e inicia seus primeiros passos rumo à autonomia administrativa. Pelo talento literário foi agraciado com a honra de ter um poema selecionado por concurso público, que se tornou a letra do Hino Municipal do recém-criado município e pela vertente das artes visuais tornou-se, também por meio de seletivo público, o criador autoral da Bandeira e do Brasão Oficial, firmando-se assim na galeria das figuras ilustres e históricas dessa terra.  

A aprovação em quatro concursos públicos para a função de Professor de Português e Literatura reafirmaram a acertada escolha na troca de cursos. Como professor da C. E. Prof. Newton Neves, em Itapecuru, lecionou em seus anexos da zona rural, nos povoados de Entroncamento e Colombo, que segundo ele foi uma enriquecedora experiência tanto pedagógica quanto pessoal.

Em 2004 foi o único professor maranhense que teve um aluno premiado no Projeto de Valorização de Crianças e Adolescentes, promovido pelo Ministério da Educação, ao comemorar os 45 anos da Declaração dos Direitos das Crianças, com o Concurso Nacional de Frases: os direitos da Criança Brasileira.

Foi ainda selecionado para compor a primeira turma de professores brasileiros a participar no Programa Missão Pedagógica, da Câmara dos Deputados, participando de encontro com a Comissão de Educação e Cultura.

Em 2012 através da Junta de Missões Mundiais, instituição cristã, recebeu carta-convite da MORE THE GOLD, instituição internacional, para integrar grupo de trabalho voluntariado, no qual participou desenvolvendo ações pedagógicas na Espanha, terra de Cervantes (Sevilha), e na Inglaterra, berço de Shakespeare (Londres).

Orgulha-se de ter lecionado na Universidade Estadual do Maranhão, no período de expansão do Programa de Qualificação Docente, pelo interior do estado.

Em 2014 foi selecionado pela CAPES, Fulbright Commission in Brasil e pela US Embassy/Brasília, para fazer um curso de aperfeiçoamento em Língua Inglesa na St. John’s University em Nova Iorque/USA pelo programa THE LANGUAGE CONECTION daquela universidade americana. Foi nesse período que, entre uma aula e outra, escreveu NIC in NYC que ainda pretende lançar em uma versão bilíngue.

Foi o responsável pelo Projeto que adquiriu e implantou a Biblioteca Municipal Profª Marinalva Ribeiro Sampaio, primeira biblioteca pública municipal de Miranda do Norte, adquirida através do programa de doação pela Biblioteca Nacional, do Rio de Janeiro.

Em 2016 foi autor participante da Antologia MAIS DO QUE PALAVRAS, lançada em São Paulo, pela Scortecci Editora. É ainda, autor participante da obra “CHUVA LITERÁRIA: Uma Antologia de Autores Nordestinos” que será lançada em outubro (2017) na BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO, que será realizada em Recife PE, e possui também um poema selecionado pela da Editora Porto de Lenha para compor a Antologia PROSADORES E POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, que vai ser lançada em homenagem a Machado de Assis.

É autor do livro infantil Uh! Igarapé Encantado, onde o real e o fantástico se combinam literariamente para contar às crianças da comunidade mirandense, a lenda que envolve um igarapé que marcou o nascimento da cidade, e que deu origem a mais tradicional festa da cultural local. A referida obra se encontra em fase de produção editorial para lançamento ainda este ano (2017).

Diante do exposto, almeja integrar-se à Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes, certo de que será uma honrosa oportunidade de participar ativamente nas ações que promovem e dignificam ainda mais a glória de sua terra e do povo de Itapecuru-Mirim.

Publicações

 

Parte de todos nós.

                                                         Letra: Nicodemos Bezerra

Faço parte dessa história
de vida, lutas e conquistas!
De gente forte, que traz em si
uma força inaudita!

Dos primórdios tempos idos
do longínquo Jundiaí,
Ao passar por Olhos d’Água
muitos lutaram por ti.

És parte de todos nós,
na vida ou na própria morte!
Nossa terra tão querida,
és tu Miranda do Norte!

D’além mar vem o teu nome,
de Deus, a tua unção.
Dos teus filhos toda a honra,
juntos num só coração!

Tens mostrado tua força!
Vences, porque tu és forte!
Exaltemos nossa terra!
Cantemos Miranda do Norte!

Artista Plástico e Psicopedagogo (Faculdade Santa Fé – São Luís/MA) nascido em Itapecuru Mirim – MA, em 22 de junho de 1976. De uma família numerosa e humilde, o artista crescera em um lar no qual a religiosidade católica sedimentara em seu espírito valores moral e respeito à dignidade humana que a posteriori haveriam de refletir-se em sua produção artística. Na ambiência da Escola Paroquial São Vicente de Paulo, nos anos de ensino fundamental, onde seus dotes artísticos e um indeclinável interesse pelo fascinante universo das artes manifestaram-se pela primeira vez.
Nos primeiros anos da adolescência Beto Diniz começara a ganhar seus primeiros trocados com desenhos, percebendo que podia profissionalizar-se, conjugando o prazer de produzir arte a uma profissão, buscou desde então o aprimoramento cada vez maior de suas habilidades naturais.
Aos 16 anos pintou seu primeiro quadro como profissional, uma releitura de “A Santa Ceia” de Juan de Juanes, pintor renascentista, onde ilustra a passagem do Novo Testamento em que Jesus institui a Eucaristia. Hoje predominam em suas obras todos os tipos de influências contemporâneas.

Em 26 de agosto de 1999, na sede da União dos Clubes de Mães, reuniu-se com vários Artistas Plásticos e Artesões e fundaram a Associação de Artistas Plásticos e Artesãos de Itapecuru Mirim onde se constituiu como o primeiro presidente da agremiação.
Em 2000, juntamente com Edimar Santos (renomado artista plástico e seu mestre) e outros artistas da Associação de Artistas Plásticos e Artesãos de Itapecuru Mirim realizou a restauração dos altares mor e das imagens sacras da igreja matriz Nossa Senhora das Dores, que são um patrimônio histórico e artístico do município de Itapecuru Mirim.
Realizou exposições individuais no Centro de criatividade Odylo Costa,filho/São luís MA(2002), SESC/Itapecuru-Mirim (2012), Itapecuru Social Clube (2013), Biblioteca Municipal Benedito Bogéa Buzar/Itapecuru-Mirim (2013/2014), Balsas/MA, Alto Parnaíba/MA, Santa Filomena/PI (2001) e outros.
De 2015 a 2016 foi coordenador do turno matutino do tradicional Colégio Leonel Amorim, e até os dias atuais leciona Arte, Filosofia, Sociologia e História nesta mesma instituição educacional. Foi professor na Escola Paroquial São Vicente de Paulo e é membro fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes – AICLA como segundo secretario na primeira diretoria eleita. Na AICLA é ocupante da cadeira nº 05, patroneada pelo ilustríssimo matemático Itapecuruense Joaquim Gomes de Sousa. De 2011 a 2014 foi Presidente do Conselho Municipal de Cultura – Itapecuru-mirim. Em 2015 e 2016 ministrou cursos de desenho e pintura no SESC Itapecuru.

Implantou em Itapecuru Mirim o Programa de difusão da arte e cultura com o objetivo de fazer da arte uma ferramenta de transformação da vida das crianças e adolescentes.

Atendendo aos pedidos do poeta Theotônio Fonseca e da escritora Samira Fonseca realizou a arte das capas dos livros Poemas Itapecuruenses e outros poemas; O batucajé das Iaras (Theotônio Fonseca) e os livros O mistério da Casa da Cultura; Maria Passa na frente e Crystal – uma história de sincretismo e encantaria (Samira Fonseca).

Em 13 de agosto de 2017, Beto Diniz se tornou sócio fundador da Associação Maranhense de Artistas Plásticos – AMAP, elegendo-se membro da diretoria, ocupando a função de tesoureiro da instituição.

Participou no dia 1º de dezembro de 2017 do 5º Salão de Artes Plásticas da Academia Brasileira de Medalhística Militar – ABRAMMIL “Dr Mazza Francesco”, recebendo o Diploma de “Menção Honrosa na Modalidade Pintura” onde foi reconhecido como um artista que contribui para o engrandecimento das Artes Plásticas e integração do Brasil.

Participou da Exposição de Artes Plásticas “Outono com Arte” realizada de 18 de Abril a 13 de Maio  de 2018 no Espaço Cultural do Centro Comercial Jardim de Copacabana, Rio de Janeiro / RJ recebendo o Diploma por sua atuação brilhante. Evento realizado pelo Saber Cultural e pela Editora Posto Seis.

Participou da Exposição de Artes Plásticas “Esporte e Arte”, valorizando o Brasil e Rússia na Copa do Mundo, realizada de 14 a 30 de Junho no Espaço Cultural do Centro Comercial Jardim de Copacabana, Rio de Janeiro/RJ.

Em setembro de 2020 pintou em Itapecuru Mirim na Praça Negro Cosme o mural Dom Cosme Bento das Chagas: Tutor e imperador da liberdade.

Em novembro de 2020 pintou um grandioso mural com personalidades da cultura e história maranhense no Museu da Memória Áudio Visual do Maranhão MAVAM, obra de arte de grande relevância para a Arte Maranhense.

Veja as reportagens: 

https://globoplay.globo.com/v/9040734/

https://www.zecasoares.com/2020/11/23/mavam-presta-homenagem-a-personagens-da-historia-do-ma/

Em Fevereiro de 2021 tornou-se membro da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura – ABRASCI.

De 8 de Março a 30 de abril de 2021 participou da Exposição de Arte: ELAS, realizada pela Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura – ABRASCI no Central Plaza Shopping em São Paulo / SP. Participou da Exposição: A Arte entre Cores e Contornos, também realizada pela ABRASCI no Hotel Mercure em São Paulo/SP.

MOACIENE MONTEIRO DE ARAÚJO LIMA nasceu em 15 de novembro de 1962, na cidade de Itapecuru-Mirim, tendo como genitores, o também poeta e locutor Moacir de Araújo Lima, e a professora Eliete Monteiro Lima. Moaciene casou-se aos 21 anos com Francisca Cleide Lima e Lima, sua grande companheira e incentivadora. Da união, nasceram Cleiciene Monteiro Lima e Cleison Vinícius Monteiro Lima, tendo a primogênita lhe brindado com a neta Arianne Rafaelly Lima da Silva que é uma das musas inspiradoras para as composições de músicas e poesias e declaradamente a sua maior paixão.

Moaciene possui um vasto currículo voltado para a área artística, sendo compositor, folclorista, locutor, apresentador e produtor cultural, além de ser membro fundador do bloco carnavalesco Os Piratas (1979) e do Boi Apaixonado de Itapecuru em 1996.  As suas composições (toadas) foram gravadas por vários grupos folclóricos da região do vale do Itapecuru, possuindo uma média de 300 poesias escritas ao longo de sua carreira.

Os poemas e as suas composições versam sobre temáticas variadas, que vão desde o enaltecimento aos sentimentos amorosos, como amor, paixão e todas as significâncias que podem ser atribuídas às relações humanas. O poeta relata que muitas de suas criações são baseadas em histórias reais de amigos e pessoas conhecidas.

Moaciene também desenvolveu durante muitos anos um trabalho de cunho social voluntário, principalmente junto a jovens brincantes, na prevenção e assistência ao uso de drogas, com acompanhamento e orientação, dando-lhes suporte, com aconselhamento e em muitos casos, acolhida em sua residência.

Pelo seu trabalho em defesa da cultura em nossa cidade, e toda uma vida dedicado à arte, Moaciene teve seu mérito reconhecido, sendo consagrado como imortal da Academia Itapecuruense de Ciências Letras e Artes – AICLA  – Membro Fundador da cadeira número 08.

Seguem algumas poesias escritas por Moaciene:

 

TÍTULO: PEQUENO FRASCO DE AMOR

EI, PEQUENO FRASCO DE AMOR

CHEGA PRA CÁ, POR FAVOR!

QUERO CONTIGO FALAR

TU QUE ÉS NOSSO ORGULHO, QUERIDA

FONTE DE NOSSAS VIDAS

HOJE QUEREMOS TE HOMENAGEAR

TU QUE SUFOCASTE TEUS DESEJOS

RENUNCIASTES AO LUXO

NOS DESTE CALOR E BEIJOS

TUDO FEZ PARA NADA FALTAR

HOJE ESTÁS TÃO PEQUENINA

BELA, BISA, MENINA

DIAMANTE QUE JESUS VEIO NOS PRESENTEAR

AGORA QUERO AGRADECER-TE

POR TEU AMOR E DEDICAÇÃO

MÃEZINHA QUERO DIZER-TE

ÉS NOSSO TESOURO E EMOÇÃO DO NOSSO ORGULHO

DE SERMOS FILHOS DE UMA PROFESSORA

MÃE SOFREDORA

PARABÉNS, PIONEIRA, GUERREIRA

AGORA FALO DE CORAÇÃO

TU ÉS A MELHOR MÃE

DE ITAPECURU-MIRIM

DO BRASIL E DO MARANHÃO

PARABÉNS POR SEUS OITENTA E TRÊS ANOS!

 

TÍTULO: ARIANNE E LANNA

EI, ESTOU PERDIDO DE VEZ

POIS ENCONTREI EM VOCÊS, MENINAS

UM AMOR DIFERENTE

AMOR LINDO E SURPREENDENTE

MARAVILHOSO, ATRAENTE

QUE A CADA DIA ME FASCINA

NUNCA PENSEI QUE FOSSE TER

TANTO AMOR PRA OFERECER

A TROPA DA PAIXÃO

QUE ME PEGOU DE JEITO

FAZENDO FELIZ MEU PEITO

ALEGRE MEU CORAÇÃO

POIS DE AMOR ESTOU EMBRIAGADO

ADORO VOCÊS AO MEU LADO

NÃO ME VEJO SEM ESTE AMOR

QUE ACALENTA MEU PEITO

FAZ-ME FELIZ DE VERDADE

POR VOCÊS APAIXONADO SOU

SOU FELIZ, SOU VOVÔ

NÃO EXISTE AMOR IGUAL

NESTA VIDA MUNDANA

DO QUE SENTE ESTE VOVÕ

POR MEUS AMORES

NETINHAS LINDAS

ARIANNE E LANA!

 

TÍTULO: MINHA GRANDE PAIXÃO

 

DEIXA EU AMAR VOCÊ

DELIRAR DE PRAZER

PILOTAR O TEU CORPO

DEIXA EMBRIAGAR-ME DE AMOR

GEMER SEM SENTIR DOR

APAGAR ESTE DESEJO LOUCO

DEIXA OUTRA VEZ EU SER FELIZ

ACORDAR AO TEU LADO

ENVOLVER-TE EM UM ABRAÇO

SENTIR O TEU CORPO ARDENTE

COMO UM NAMORADO NOVO

APRENDENDO, REVIVENDO NOVO GOZO

DE TUA GOSTOSA VULVA QUENTE

 

SÓ AO TEU LADO ESTOU REALIZADO

POIS AMAR-TE JAMAIS SERÁ PASSADO

SEMPRE SERÁ PRESENTE

POIS SO TU, MUSA, ME ENCANTA

GANHEI DE DEUS ESTA SANTA

CONTIGO ESTAREI SEMPRE

E TE AMAREI ETERNAMENTE

 

 

 

TÍTULO: SALVE, MUSA, MÃE, MULHER!

 

NÃO POSSO COMPARAR

TEU AMOR A ACALENTAR

POR TODA VIDA

VOCÊ, MULHER MAJESTOSA

PROTETORA E MIMOSA

DO MUNDO, A MAIS QUERIDA!

LINDA MESMO É VOCÊ

QUE VIVE A PROTEGER

QUEM O SEU VENTRE GEROU

ÉS RAINHA DA BELEZA

TEU CARINHO E DELICADEZA

SÓ O AMOR SEMEOU

QUEM É VOCÊ, PAIXÃO?

MUSA DA PROTEÇÃO

MESMO POBRE, TEM O DOM DE DEFENDER

MULHER EM ITAPECURU AMADA

NO MARANHÃO, IDOLATRADA

SER NOBRE QUE NÃO NOS DEIXA PADECER

HOJE FALO

SALVE A CLEIDE, A ELIETE E A RAQUÉ

JUCEY, CLEICIENE E NAZÉ

QUE SÃO FONTE DE BENÇÃO

SALVE VOCÊ, MULHER

MUSA, MÃE DA NAÇÃO

ESSA É A MINHA HOMENAGEM DE CORAÇÃO

 

INALDO LISBOA (Francisco Inaldo Lima Lisboa) é maranhense, nascido em Itapecuru-Mirim, em 1964, onde principiou sua trajetória profissional com momentos marcantes como ator, diretor e autor teatral. Mas foi no antigo grupo CARICARETA, dirigido pelo saudoso ator Jaime Furtado que sua carreira no teatro começou a se consolidar. Graduou-se em Educação Artística, com habilitação em Artes Cênicas, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e em Letras pelo UNICEUMA. É especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Salgado de Oliveira e Mestre em Ciências, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). É doutorando pela Universidade Nacional de Rosário -UNR Argentina. Desde 2015 é diretor Geral pro-tempore do IFMA Campus Itapecuru Mirim.

Desde 1995 é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA São Campus São Luís Maracanã, ex-Escola Agrotécnica Federal de São Luiz) onde, além de suas atividades docentes, exerceu cargo de gestor (Chefe da Diretoria de Desenvolvimento Educacional, Diretor Substituto e Diretor Geral Pro-Tempore). Também desenvolveu um trabalho de pesquisa teatral com o grupo Fazend’Arte e com o qual montou vários espetáculos e conquistou prêmios no Festival Maranhense de Teatro Estudantil, promovido pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão (CACEM) e revelou talentos das artes cênicas. Prêmios recebidos: Melhor espetáculo, melhor diretor e melhor cenografia, com o espetáculo Modernicravizando (2006) recebendo várias vezes menção honrosa pelos textos escritos e encenados.

Foi vencedor do Prêmio Água Fonte de Vida e Desenvolvimento de 2007, na categoria texto teatral, com a peça Canto d´Água,  promovido pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão – CAEMA.

 Entre suas inúmeras obras, destacam-se as peças teatrais Nossa Velha Canção (1996); Babaçu is Business (1999); Moderniscravizando (2006); Os órfãos de Ayrton Sena (2004); Trangênicos or not Transgênicos (2005); Um grito vindo do Rio Itapecuru (1997), É fogo (2009) entre outras. São também de sua autoria as peças Que Espetáculo é Esse? (1987) e O Filme de Ontem (1988), ambas encenadas pelo grupo CARICARETA e apresentadas no Teatro Artur Azevedo. Escreveu ainda Caminhos de Pedra Miúda, feita a partir de uma pesquisa sobre a história da cidade de Itapecuru-Mirim, texto encenado várias vezes pelo TEIt (Teatro Experimental Itapecuruense), grupo fundado por ele em 1982.

Publicou o livro de crônicas e contos Tudo Azul no Planeta Itapecuru, lançado em 2005 e o livro Nicéas Drumont: o gavião Vadio, prêmio Artur Azevedo, primeiro lugar teatro, no 31º Concurso Literário e Artístico Cidade de São Luís, em 2007.

No mesmo concurso também recebeu o prêmio Graça Aranha, na categoria novelas e romance, obtendo o segundo lugar com o livro de novelas, Os novos degredados do Éden. Participou da coletânea Púcaro Literário, 1ª edição (2017) e organizou, juntamente com Jucey Santana, o livro João Batista: Um homem itapecuruense e sua múltipla história, 2016.

É membro fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes (AICLA) e atual presidente durante o biênio 2020 a 2022. Também é o curador da Festa Literária de Itapecuru-Mirim – FLIM. É associado à Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) e a Associação Maranhense de Autores Independentes (AMEI).

Realizou também o projeto de pesquisa “Projeto Pedagógico Fazend’Arte: uma proposta de teatralidade e alfabetização cênica no cotidiano do IFMA São Luís Campus Maracanã”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Maranhão (FAPEMA) orientando a bolsista Inaiara Costa de Brito, do IFMA Campus São Luís Maracanã.

Roteirizou e produziu o filme longa metragem Caminho de Pedras Miúda (2015), roteirizou, dirigiu e produziu os filmes No Palco com Aldo Leite (documentário em longa metragem) 2018, João Batista (documentário em curta metragem) 2016, No tempo de Abdala era Assim (documentário em curta metragem) 2018, Uma Sexta-feira em 1940 (ficção baseada em fato real curta metragem) 2018.

Em 2019 lançou os livros O último voo das andorinhas e Os novos degradados do Éden, pela Viegas Editora.

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Brenno Bezerra nasceu em 26 de janeiro de 1990, em Itapecuru Mirim (MA), e é filho da professora Sheila Zandra Bezerra de Araujo. É Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade São Luis; e em Letras, pela Universidade Estadual do Maranhão, com Pós-Graduação em Língua Portuguesa e Literaturas Brasileira e Portuguesa. Atualmente, é graduando em Direito, pela Universidade Estácio. Seu debut na escrita ocorreu em 28 de março de 2008, quando começou a trabalhar como crítico de cinema em um blog, onde também é editor-chefe. Seus textos já fizeram dele comentarista em um jornal e uma rádio, em São Luis. Em 2009, tornou-se o primeiro maranhense a ser aceito na Sociedade Maranhense de Blogueiros Cinéfilos. Em sua terra-natal, é professor e servidor público efetivo, estando exercendo o cargo de assessor de comunicação da Prefeitura. Contribui com o Jornal de Itapecuru e com o jornal e site Itapecuru Agora, assinando matérias de diversas editorias. Em 2011, tornou-se membro fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes, ocupando a cadeira de nº 12, que tem como patrono o seu bisavô, o músico Carlos Bezerra. Atual Vice-Presidente, é o caçula dentre os imortais do sodalício. Certificado por trabalhos prestados na literatura, pelo Governo do Estado do Maranhão; e na filantropia, pelo UNICEF, Brenno é autor dos livros Resenhistas na Web – O Novo Crítico de Cinema e Ao Maestro, com Carinho, além de ser coautor das obras da linha Púcaro Literário.

Professora especialista, poetisa, Maria da Assenção Lopes Pessoa nascida em 25 de maio de 1960, na cidade de Itapecuru Mirim, MA. Brasil. Filha de Antônio Ferreira Lopes e Maria da Paz de Meneses Lopes.

Curiosidade: Todavia, como não havia hospitais em Itapecuru Miirm, Assenção Pessoa nasceu na casa de Áurea Nogueira, tia de sua mãe, na Av. Gomes de Sousa. Pois era comum fazer os partos em casa, com as parteiras leigas. E quem fez o parto de sua mãe foi Ana Júlia, parteira de renome para sua época. Portanto, Assenção veio ao mundo pelas mãos de Ana Júlia. Esta casa também foi parte da história de Itapecuru-Mirim, quando cedida para o funcionamento do Grupo Escolar Gomes de Sousa no período de 1930 a 1945. Hoje funciona no local, lojas de grande porte.

Assenção passou sua primeira infância no Bairro Trizidela, Itapecuru Mirim, morando com seus avós paternos. Passou a pré-adolescência no centro da cidade, morando com seus pais. Primeiro, na Av. Beira Rio, seguindo para rua Cel. Catão e depois na rua Sto. Antônio.

Iniciou os estudos de educação infantil na escola Professor Clodomir Caldas (hoje inexistente), cursou o primário na Escola Paroquial São Vicente de Paulo, da 5ª a 8ª série, estudou no antigo Ginásio Bandeirante. Fez o curso técnico em Enfermagem e o curso de Magistério na extinta escola Cônego José Albino Campos. Sempre uma aluna dedicada e que participava de todas as comemorações culturais, artísticas e desportivas das escolas as quais estudava. Nos jogos escolares participava como atleta no Voleibol, Handebol, Corridas de 100m e revezamento. Criou sua primeira peça teatral para o dia das mães ainda na escola Cônego José Albino Campos.

Aprendeu Datilografia na Escola Jesus Maria José. Atualmente, estes cursos estão obsoletos.

Em 1978, por uma comissão de professores, entre eles, o professor Nonato Lopes e João Silveira, foi eleita a melhor aluna de Itapecuru Mirim, representando assim, o seu município na então posse do último presidente da ditadura militar, João Batista Figueiredo em 15 de março de 1979, em Brasília pela Liga da Defesa Nacional, e que lhe concedeu sua primeira medalha de Honra ao Mérito.

Casou-se com o pirapemense Leonidas Mesquita Pessoa, em 14 de setembro de 1979. Uma união de muito amor e realizações, com quem tem 04 filhos: Hugo, Higo, Leonidas Junior e Suyanne, e 07 netos: Laiza Mirella, José Guilherme, Sarah Louise, Amália, Isadora, Gabriel e Alana Ariella (in memória).

Professora Nomeada pela rede municipal, Assenção Pessoa trabalhou nas escolas João da Silva Rodrigues (onde foi também Gestora por um ano), JI Dr. Alvimar de Oliveira Braúna e na Escola Gonçalves Dias.

Em 1982, se licenciou sem vencimento e foi morar em Pirapemas, MA., onde passou oito anos de sua vida, e teve uma importante contribuição na educação daquele município. Lá lecionou na escola U.I. Pirapemense (hoje C. E. Pirapemas) de ensino fundamental, pelo projeto escola do Povo da rede estadual, sendo efetivada em 1986, pelo Governo do Estado do Maranhão, atuando também como Gestora da mesma Escola. Foi diretora da escola Municipal Walter Andrade, por nomeação em 1983, e supervisora de Educação Infantil. Durante suas atividades educacionais no município, Assenção Pessoa incentivou os desfiles de 7 de Setembro, atividades culturais e desportivas nas escolas da rede Estadual e  municipal.

Com o falecimento de seu sogro, Leônidas Rodolfo Pessoa, voltou a residir em Itapecuru Mirim, sendo removida por Portaria nº 5301/1991 para o Grupo Escolar Gomes de Souza. Prestou concurso novamente para rede estadual, sendo aprovada em 6º lugar e nomeada para trabalhar na escola Wady Fiquene – CAIC, em 1994, onde mais tarde foi gestora por 7 anos. Com duas matrículas, se reversava entre as escolas estaduais, Wady Fiquene e CEM Newton Neves. Anos depois é transferida para o CEM Ayrton Senna para gerir aquela escola, de onde só deixou a gestão, após sua aposentadoria voluntária em 2016.

Ao regressar a Itapecuru Mirim, Assenção Pessoa pede exoneração do cargo de professor da rede Municipal para se dedicar às suas duas nomeações na rede estadual.

FORMAÇÃO EDUCACIONAL E PROFISSIONAL

Formada pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, em Biologia, com especialização em Biologia e em Supervisão, Gestão e Planejamento Educacional pelo Instituto de Ensino Superior Franciscano – IESF, Assenção exerceu sua profissão por 30 anos entre as escolas municipais e estaduais dos municípios de Pirapemas e Itapecuru Mirim. Deixando um legado de profissionalismo e contribuição nas mais diversas áreas do conhecimento.

Possui outros cursos e mini-cursos nas disciplinas de Português, Geografia, Ciências, Matemática, Meio Ambiente, Gestão, seminários sobre educação, e participação em encontros na área de meio ambiente e da educação envolvendo as disciplinas de inglês, arte, língua portuguesa, geografia, história, biologia, matemática, educação fiscal e cidadania, educador social, jovens e adultos e motivação desenvolvimento de trabalho em equipe, somando mais de 3.000 horas/aulas.

A título de carência, atuou como professora de várias disciplinas nas escolas estaduais CAIC – Wady Fiquene e Professor Newton Neves. Criou o Projeto Arte-Vida, Sábado Alegre, mini-peças teatrais nas escolas, criou e produziu as feiras de ciências para essas escolas e produziu e distribuiu cordéis educativos e políticos. Participou do VII Festival Maranhense de Teatro Estudantil.

PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Possui como principal produção científica sua monografia: “Educação Sexual e Saúde Escolar”, dentre outros trabalhos. Contribui com vários estudantes de graduação, na produção e pesquisa de trabalhos monográficos científicos, bem como, Artigos Científicos.

Publicou o artigo “Proposta de Criação do Parque Municipal Ambiental Fonte da Miquilina, município de Itapecuru Mirim, MA. Brasil” pela Web Artigos, no endereço http://bit.ly/2ummz7j, em 09/07/2018.

 

LITERATURA

Escritora, Pesquisadora, Poeta, Assenção Pessoa é Membro Fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes – AICLA – Cadeira de Nº 13, Patrono: Manfredo Viana, do qual é descendente sendo sua bisneta. Membro efetivo da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão (SCLMA). Membro correspondente da Academia Vargem-grandense de Letras e Artes (AVLA). É Membro coordenador da FESTA LITERÁRIA DE ITAPECURU MIIRIM (FLIM), e participante na aplicação da Oficina Construção de Histórias Infantis – Escrita Criativa (2018/2019); palestra tema: Educação Sexual e Saúde Escolar (2019); mediadora de mesas redondas (2020).

TRABALHOS PUBLICADOS:

Recordações (poesia) (Editora NELPA, São Paulo, 2011); Infanto-juvenis: José e as Três Mosqueteiras, A Princesa Sarah e o Sapo, Mirela a princesa que vivia sonhando, Os Sonhos Dourados de Amália, Sapatilhas de Pontas (Editora Gregory, São Paulo, 2015); Itapecuru Mirim, sua gente, sua história (Editora NELPA, São Paulo, 2015); Educação Sexual e Saúde Escolar; Alana, um ser de luz outros contos e poesias (Gráfica Valle – São Luís, MA, 2018); LAGUSA Poemas, orgasmos em dose dupla (Kafgráfica – São Luís MA, 2020).

Participação 08 Antologias: 1ª Antologia AICLA, da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes: org. Benedita Azevedo, 2013. Mil Poemas para Gonçalves Dias, org: Dilercy Aragão Adler e Leopoldo Gil Dulcio Vaz, 2013. Mil Poemas para Óscar Alfaro, LIBRO VIRTUAL.ORG, 2013. Mil Poemas para Gonçalves, Dias: Diário de Viagem, org: Dilercy Aragão Adler e Leopoldo (2013). Antologia de Autores Itapecuruenses, Inspirações Poéticas, org. Assenção Pessoa e Jucey Santana. Púcaro Literário I e II (2071/2018), org. Jucey Santana e João Carlos Pimentel. O Iguaraense, 175 anos de Vargem Grande, org. Jucey Santana (2020).

TITULOS RECEBIDOS:

COMENDA GONÇALVES DIAS” e o Título de “Tupy de Caxias” (em Caxias, Ma.), pela Academia Caxiense de Letras.(2013)

Em 2017, promoveu junto à Câmara de Vereadores, a 1ª Audiência Pública, tendo como pauta o Projeto Balaiada, Fórum Balaiada e Semana da Balaiada. No desfile do Sete de Setembro, do ano em curso, integrou junta à Secretaria Municipal de Educação, tema sobre a Balaiada e o Projeto Balaiada. Auxiliou a Eficaz Consultoria nas pesquisas e organização da Rota Turística, a Rota dos Balaios, com levantamento de dados sobre o município de Itapecuru Mirim.

Atualmente, exerce a função na área da cultura e turismo na Secretaria Municipal da Juventude, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Itapecuru Mirim.

 

Itapecuru Mirim, 07 de agosto de 2021.

Maria da Assenção Lopes Pessoa.

João Boaventura Bandeira de Melo Marques é itapecuruense, professor, pedagogo, teólogo, escritor e membro efetivo da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes (AICLA), representante da Cadeira Nº 20, patroneada por João Lisboa.

BIOGRAFIA
João Boaventura nasceu em 03 de dezembro de 1945 na cidade Itapecuru-Mirim, Maranhão. Filho dos itapecuruenses, Raimundo Nonato da Silva Marques (pedreiro) e Teresinha de Jesus Bandeira de Melo Marques, (professora). Casado com Maria José Oliveira Pereira Marques. Pai de Emanuel e Felipe Pereira Bandeira de Melo Marques.
Em Itapecuru-Mirim, tem residência localizada na Praça Cônego José Albino Campos nº 353, onde passou grande parte da adolescência e juventude, estudando, participando de grêmios estudantis, grupos de jovens e associações religiosas. Contudo, fixou residência em São Luís, na Rua da Lavadeira, nº 60 Sacavém.
Iniciou com sua mãe os estudos primários. Seguiu nas Escolas Santo Antônio, Escola Municipal Dr. Getúlio Vargas, Escola Paroquial São Vicente de Paulo, Grupo Escolar Gomes de Sousa, continuando na Escola Normal Regional Gomes de Sousa e Colégio Leonel Amorim.
Em Itapecuru-Mirim exerceu as funções de Bibliotecário Municipal; Professor Diretor das escolas municipais Pe. Cabral e Gonçalves Dias; Coordenador do Setor de Educação e Cultura; Alfabetizador e Presidente do MOBRAL (Movimento Brasileiro da Alfabetização); Professor no Grupo Escolar Gomes de Sousa, Professor de Desenho no Colégio Leonel Amorim, e de Ciências no Curso Madureza Ginasial ao lado do renomado itapecuruense, Professor Raimundo Nonato Lopes.
Na cidade de São Benedito do Rio Preto (MA), também teve a oportunidade de exercer a docência, no Instituto São Benedito –ISB.
Posteriormente, ao fixar moradia em São Luís, continuou lecionando na Unidade Escolar Josué Montello.
Somadas as funções laborais aqui descritas, desenvolveu funções técnicas: de contabilidade, na Indústria de Bebidas Antarctica do Nordeste S/A; e de segurança do trabalho, na Companhia Maranhense de Refrigerantes – Coca -Cola. Haja vista, sua formação técnica e profissional, também nestas áreas citadas.
Graduou-se em Pedagogia e Orientação Educacional, na Faculdade Santa Fé. E, pós-graduou-se em nível de Especialização em Docência do Ensino Superior, na mesma instituição.
Outrossim, bacharelou-se em Teologia pelo Instituto de Estudos Superiores do Maranhão – IESMA. Critério para que se tornasse Diácono Permanente da Arquidiocese de São Luís – MA.
Possue três livros organizados e publicados, de aspecto bíblico, formativo e devocional, para dinamizar fraternidades e encontros: “Vem e segue-me”; “Sagrados Corações” e “Semeando Alegria e Paz”.
Sempre sente-se agradecido e honrado em ser membro-fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes – AICLA, ocupando a cadeira nº 20, que tem como patrono João Francisco Lisboa.
Considera-se privilegiado e feliz em pertencer ao número dos nascidos em Itapecuru-Mirim, terra de história, vitórias, talentos e cultura.

CADEIRA 21 – AICLA:  JÚNIOR LOPES

RAIMUNDO NONATO LOPES JÚNIOR ( POETA JUNIOR LOPEZ)

Nascido em 09 de agosto de 1974, na ilha de São Luís, Maranhão. Portanto já quarentão ludovicense. Itapecuruense de coração, além de poeta, músico, compositor, exerce a profissão de Engenheiro Civil. Pai de 03 maravilhosos filhos biológicos e outros tantos de criação. É divorciado e escreve desde a infância.

Autor do livro poético: OUTRAS VOZES

E de contos: MEMÓRIAS DO CAPA PRETA,

Além de participar de várias coletâneas, organizou um livro, em especial: COMIGO É TUDO AZUL, onde também teve uma participação. O livro trata sobre o tema AUTISMO.

Está na eminência do lançamento de mais um livro chamado: DEPRESSÃO, UM NOCAUTE DA VIDA.

Membro fundador da AICLA: academia itapecuruense de ciências letras e artes e da AMEI: associação maranhense de escritores independentes, ainda possui mais duas obras prontas, a saber:

OS HERDEIROS DE ANTÔNIO LOPES DA CUNHA, que retrata seus ascendentes paternos.

E O LEGADO DE MARIA BRÍGIDA, que enaltece seus ascendentes maternos.

Tem como fase marcante de sua vida, a sua própria infância em nossa cidade, do qual ele relata, como a seguir:

Capítulo I – A infância

Da minha infância lembro-me o suficiente pra dizer que eu não era boa peça, embora fosse dengoso e tranquilo.


Lembro-me uma vez, quando um certo primo me deu uma bisca, com brincadeira, no mesmo instante abri o berreiro. Meu avô ouviu e veio correndo perguntando – O que houve? – Só de mal chorei mais alto ainda, para ver o sofrimento de meu primo nas mãos do meu avô.

     Minha turma sempre eram: Zé Duardo (Dudu), Lilica e Piragno (Magno). Nós nos apelidávamos de “A Dupla Dinâmica”. Irônico, não? Éramos uma dupla de quatro pessoas.

Era com essa galera que vinham as aventuras incríveis nesta grande cidade do interior, que na época quem tinha jumento era rico e quem andava de burro era empresário.

Quase todos os dias, banhávamos escondidos no rio itapecuru, sem nossos pais saberem, claro! Pena que quando éramos pegos, a surra era certa.

Aproveitando o enfoque sobre a surra, meu avô por ser meio interiorano me surrava de maneiras variadas e ás vezes até mesmo de forma meio extravagante. Tipo assim: de corda, de cipó, de cabo de vassoura, de “mãozada” e de cinto. Nem me fale! Eu já estava quase entrando no Guinness Book. A criança que mais apanhou em todo o mundo.

Certa feita, eu levei umas lapadas de corda de nylon, estando eu de cabeça para baixo. Os pés juntos, seguros pela mão esquerda de meu avô. A direita você já sabe. Foi emocionante! Até hoje não tenho palavras para descrever o ato.

Em contrapartida, os prejuízos que eu dava aos meus avós eram bastante vultosos. Posso descrever a primeira situação delicada que

Existia uma casa coberta de palha atrás da casa de comércio e morada de todos. E todas as manhãs meu avô acordava todos com um cascudo no mocotó da perna e mandava todos fazerem algum serviço. Tipo, limpar o quintal, encher os potes, lavar as louças, fazer o café, lavar os banheiros, descarregar as mercadorias do comércio etc.. O certo é que todos os meus tios, primos e irmãos de criação que moravam na casa, totalizando mais de 20 pessoas, passavam por este ritual.

Sim, mas voltando a casa de palha. Certo dia fui convocado, carinhosamente, com um cascudo no mocotó, por meu avô-pai, Piau-Vovó, para limpar o quintal, que era, na época, do tamanho de um campo de futebol, cheio de árvores frutíferas e de folhas ao chão. E eu, no meu entendimento, ajuntei o lixo do quintal dentro da casinha de sapê e pra evitar dar trabalho para os outros inquilinos, ateei fogo naquele monte de lixo, além de pensar que não iria fazer fumaça para o restante do quintal e não incomodaria, assim, meus pares.

O fogo foi tão forte e alto que pegou no teto da casa e logo se espalhou. Não sei como isso aconteceu, porém lembrei que havia uma caixa d’água no padrão antigo de tijolo maciço, no alto de um antigo banheiro. Uma espécie de tanque aéreo. Subi no mesmo com uma latinha de leite ninho vazia na mão para encher de água e jogar naquele fogaréu. Após algumas tentativas vi que não surgia efeito. Então foi o jeito pegar um pedaço de pau que estava por lá e, através da plataforma da “caixa” d´água pulei para a cobertura de palha que estava em chamas e com o meu cajado improvisado batia no fogo tentando apagar, mas era uma luta em vão.

Imaginem vocês que nessa altura do campeonato os vizinhos e curiosos da rua, todos estavam de olhos fitados naquela cena. Pensei em todas as surras que levei e só me restou tentar fugir para o esconderijo do rio. E foi o que tentei fazer, pois o fogo já consumia tudo. É “vero” tentei mas uma de minhas queridas tias, juntamente com minha bisavó agarraram-me e levaram-me até meu avô chegar do Tingidor (Povoado que fica a 40 Km da Sede).

Resumindo: apanhei do meu avô-pai, até ele cansar de me bater, e fiquei de joelhos no milho o dia inteiro de braços abertos frente a uma parede de um velho banheiro no lindo jardim de flores da minha mãe-vó, Dona Mundoquinha. Sem falar que havia dezenas de velhinhas aposentadas do interior que sempre compravam em nossa quitanda e diziam entre si: tem que amarrar um mês no pé da cama! Ou ainda: coloca numa prisão algemado com corrente!


     Calma gente! Isso é só o começo.

Capítulo II – A escola

Comecei a estudar na 1a. Série do 1º Grau com 3 anos, mas tive que repetir, pois meu tio-irmão ficou reprovado e tive que acompanha-lo, pois era a tradição da Família Cruz Silva. Naquela época, em nossa cidade, não existia pré-escolar ou outra dinâmica pedagógica semelhante.

O primeiro dia de aula, na verdade, não sabia o que era isso. Minha mãe-vó me arrumou, pentiou meu cabelo para o lado e me entregou o material escolar. Estava todo engomadinho e todo comportado.

Aprendia tudo com facilidade e sempre fazia os exercícios. Passava-se esse início de meus estudos no Lar de Daniel. Era um Centro Espírita que cedia o espaço para a Ação Social. Uma mini escolinha sem fins lucrativos.

Mas o fato mais marcante aconteceu em casa quando estava respondendo um exercício e o lápis quebrou a ponta em meio a uma conta de matemática em plena preocupação com meus deveres.

Fui ao comércio na sala ao lado da casa e peguei uma lâmina de barbear (a dita Gilete) e fiz a ponta do lápis sentado novamente naquele que tinha acabado de sair do conserto. Ainda não satisfeito com o resultado da lâmina, decidi ver se ela estava mesmo amolada, realizando, assim, um pequeno teste. Voltei-me para o encosto do sofá e passei-a no mesmo, várias vezes até vir a certeza que realmente a gilete era boa. Infelizmente, meu avô-pai me pegou no flagra e acho que nem preciso dizer o que aconteceu em seguida, foi trágico!

Outra vez, na escola, estava brincando de pegador com meu irmão de criação – Dudu – no colégio, pois durante todo o 1º Grau estudamos juntos. Até hoje não entendo direito o que exatamente ocorreu naquela brincadeira, contudo creio que estávamos atrapalhando discretamente a aula. Até porque meu avô-pai chegou de repente e nos arrastou para nossa casa que ficava uns 30,00 m da escolinha e nos deu aquela famosa surra de barriga. Aquela que ficamos amarrados barriga com barriga, com nosso algoz, e a medida que o cinto entra em ação vamos rodando e curtindo a dança da união forçada. Meu irmão-tio chorava muito e eu mesmo estava inconsciente do fato que justificasse o castigo e não derramei nenhuma lágrima.

Minha primeira professora chamava-me de Raimundo Nonato. Como meu pai biológico não me criara, pedi para ela não me chamar assim, pois era o mesmo nome de papai, que me deixava melancólico. Preferiria que me chama-se Júnior. No entanto, Ela não me deu ouvidos, até que um dia, simplesmente, eu tive que dar uns conselhos nela com uma régua de madeira, recheada com murros e palavrões, levando-a ao choro por toda aquela louca tarde. Meus algozes, como sempre, foram correndo chamar meu inquisidor, mas, graças a Deus! Não o encontraram. Ele estava pro bendito Tingidor.

Nos meus cinco anos estava na 2a. série,  onde fiquei gostando pela 1a. vez de uma linda criança. Mandava recadinhos e ela sempre sorria. Dizia que quando crescêssemos casaria com ela e íamos ter um time de futebol de filhos. E ela apenas sorria. No recreio todos os meninos se juntavam na bola e as meninas com as brincadeiras de roda. Exceto minha amada que jogava bola com a gente e gostava de treino de luta livre. Hoje em dia ouvi dizer que ela casou pela segunda vez. Foi a segunda esposa que ela teve. Ainda bem que foi apenas coisas de crianças. Não sei por que em toda minha vida um chama pra lésbica. Desde a primeira amada até hoje, elas só confiam em mim.

Estudei a 3a. e 4a. séries em uma escola pública estadual chamada: Grupo Escolar Gomes de Sousa. Fica em frente a praça principal da cidade, onde também fica a Prefeitura, o Clube Social, a Igreja Evangélica etc.. Minha vida nesta época era só estudar, assistir televisão, brincar e banhar escondido no rio, gazeando aula.


     Tive outras paixões também, mas todas faliram. Neste mesmo colégio fui muito perseguido por outro aluno, que batia em todos. O que hoje chamam de Bulling. Ele roubava o dinheiro das crianças e quem dissesse alguma coisa apanhava da mão dele. Foi quando, na mesma época, levei um fora de uma menina da 4a. série e estava transtornado, pela primeira na fossa. Quando o impiedoso garanhão Batedor veio para o meu lado no recreio me obrigar a pagar o lanche dele. Ele bem maior que eu. Ao mesmo tempo vi minha primeira ex-paixão passar e o sangue ferveu em minhas veias. E uma coisa mudou em mim loucamente e comecei a sessão de espancamento e todos olhando aquele round correram para cima do Bulinador e me ajudaram a ensinar àquele garoto como é que se vive em sociedade. A última notícia que tive desse rapaz é que ela estava trabalhando como carroceiro. Uma importante profissão em nossa atual moderna cidade de Itapecuru-Mirim/MA.

Ainda no Grupo tive um dia de injustiça. Todos os anos após cantarmos o hino de Itapecuru-Mirim, da Bandeira, do Estado e do Brasil no “sol quente”. Éramos escolhidos para limparmos as fossas e sumidouros do colégio. E como era um aluno excepcional, sempre era lembrado pelos meus amigos professores.

Após um longo período de limpeza profunda, nossas fardas sujas e corpos molhados, íamos com o vigia banhar no rio. Era nossa especialidade. E numa dessas meu avô achou que estivesse gazeando aula. Foi mais um capítudo: como levar castigo de formas variadas! Juntei as mãos e implorei que não me batesse, semelhante ao Gato de Botas, com aquele olhar de coitadinha. Treinei muitos meses aquela performance. Porém foi em vão. Apanhei mesmo. Não sei como, atualmente, não sou traumatizado. Tenho certeza que no meu íntimo o perdoei por tudo, pois era a forma como ele aprendeu com seus pais.

Na 5a. série fui para o CEMA, escola pública de renome na época e, consequentemente, me apaixonei novamente por duas gêmeas. Era engraçado isso, às vezes beijava uma pensando ser a outra. Foi uma experiência inesquecível. No final não fiquei com nenhuma delas. No entanto aquilo me influenciou psicologicamente que acabei por muitas vezes me envolver com duas mulheres, parentes entre si, ao mesmo tempo. Estou trabalhando nisso, para poder superar era fase.

Lembro-me que sempre faltava cadeiras naquela escola. Sempre a professora estava doente e tinha que faltar, entretanto, no contexto geral era um bom colégio.
Nos meus 12 anos estava na sexta série, na melhor escola particular da época em nossa cidade, onde aprendi muitas coisas, tais como: passar a cola da prova pra todos os alunos, chamávamos de A PESCA, foi o meu maior crime e o pior de toda minha vida, daí vieram os outros. Nesta escola, existiam brigas constantes, expulsões e até mesmo ameaças de morte. Ainda bem que só fiquei 1 (um) ano neste protótipo de FEBEM.

Nos meus 13 e 14 anos estudei a 7a. e 8a. séries, como sempre, em outra escola, tradicional por nome e cultura pedagógica marcante na história e transformação de nossa cidade: Escola Leonel Amorim. Tenho orgulho dela, apesar de na época termos apenas 13 alunos em nossa sala. Chegamos até a fazer um pacto de Amizade Eterna. Coisas de Adolescentes: Eu, Zé Duardo, Marcos, Josélia, Vanilson, Júnior Machado, Liana, Diana, Célia, Manoel, Sara, Gutemberg e Josiane. Dizíamos: “Quando crescermos não deixaríamos nunca de sermos amigos”. Não passou 3 anos e eu não tive mais contato com nenhum deles.

E mais uma vez, fiquei afim de duas garotas e, como sempre, não fiquei com nenhuma. Uma terceira garota ficou afim de mim, mas o irmão dela não entendia a situação e sempre puxava a mesma pelos cabelos e lavava para os pais darem uma bronca.

Após o 1º Grau, fui fazer o 2º e 3º Graus na Capital, onde tive outras experiências. Mas vamos por partes. Um capítulo de cada vez.”

UM QUEBRA GELO MARAVILHOSO, em meio a uma Biografia oficial.

Atualmente, JUNIOR LOPEZ, o artista atua na música e nos monólogos poéticos em diversas apresentações e participações de eventos em todo o Brasil.

O mesmo destaca-se moldando a arquitetura itapecuruense, trazendo designers modernos que estão modificando a cara de nossa querida cidade. 

Júnior Lopes

Claro que não poderia faltar o grande Nonato Lopes, RAIMUNDO NONATO LOPES, um homem com uma vida intensa e rica em conhecimento. Vou deixar que o mesmo se apresente, pois são muitas faces de um mesmo indivíduo, que dariam vários livros. Com vocês professor Nato Lopes, escrito por ele mesmo:

10.1 – Autobiografia:
“RAIMUNDO NONATO LOPES
Nascido em 19/07/1944
Filho de Simplício Lopes e Maria da Conceição Lopes
Natural de Itapecuru – Mirim
Estado do Maranhão

Nonato Lopes é Ex- Vereador em Itapecuru – Mirim, Suplente de
Deputado por São Luís – MA, Ex – Funcionário do IBGE, do INPS, do
Banco do Brasil e Ex – Servidor Público da Justiça Federal.

1° lugar no Curso de Estatística na Escola Nacional de Ciências
Estatísticas. Rio de Janeiro – (RJ), 1974.
1° lugar no Curso de BALAN – Banco do Brasil – DESED – Fortaleza (CE) – 1981
1° lugar no Curso de PERT – CPM e Análise de Balanço em São Paulo (SP) – 1978
1° lugar no Curso de Matemática Moderna Promovido pela Secretaria dos Negócios da Educação e Cultura do Estado do Maranhão – 1967
1° lugar em cinco vestibulares e 9 concursos públicos, inclusive o do Banco do Brasil em 1980.Requisitado em 29/ 04/ 87 pelo Ministro Aníbal Teixeira para a Secretaria de Planejamento da Presidência da República.
Chefe de Divisão do Programa Grande Carajás – PGC São Luís – MA, órgão da Presidência da República – 1988.

NONATO LOPES exerceu as atividades de Professor em Itapecuru – Mirim, Pindoval, Santa Rita, Pirapemas, Tutoia, Timon, Lago da Pedra, Buriti – Bravo, Caxias, Paulo Ramos, Santo Antonio dos Lopes e São Luís, no Maranhão, e em Teresina (PI), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

PROPRIETÁRIO DO CURSO PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS EM SÃO LUÍS, TENDO LECIONADO ATÉ DEZ MATÉRIAS.

Em Itapecuru – mirim, foi professor na Escola Normal Regional Gomes de Sousa, Colégio Leonel Amorim, Colégio Cônego Albino Campos, Diretor do Ginásio Bandeirantes, Coordenador do Projeto Conquista e Implantador do CEMA.

NONATO LOPES é também cidadão de Buriti – Bravo (Cidadania Honorária de buritibravense, por Decreto Legislativo n°. 03, de 06 de julho de 2005).”

10.2 – A vida política:
“LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO, POR FAVOR:
Fui Vereador no meu município.
Candidato a Deputado Estadual por duas vezes. Na primeira vez tive 800 votos na capital sem gastar dinheiro. Apenas meus alunos e amigos.
Na segunda vez comecei a sentir a perseguição de outros candidatos dentro do próprio partido. Tive 1.983 votos, ficando pelo partido na segunda suplência.
Em 2.012 a pedido do partido saí candidato a vereador por São Luís. Como teria o apoio do candidato a prefeito, isso fez surgir a raiva de alguns candidatos. Cheguei a receber ameaças de morte até presencial. Não renunciei, mas saí da campanha. Tive apenas 41 votos.
Ainda em 2012 não sei se premeditado pelos inimigos gratuitos, sofri assalto após sair da receita federal. Levei pancadas no abdômen. Foram 18 dias de internação. Depois passei a receber telefonemas ameaçadores. Quase ao mesmo tempo, fui abordado por um grupo de Goiânia que queriam que os ajudasse a instalar uma suposta Faculdade em São Luís.

Sou Professor, era Proprietário de Cursinho preparatório para Concursos, com grande aceitação, em que cheguei a lecionar até dez matérias. Pela minha inteligência, disseram, eu teria sido escolhido. No entanto a história era outra. Teria que fazer parte de uma organização com ramificações em todo Brasil com o objetivo de ganhar bastante dinheiro fraudando concursos e vestibulares.
Teria que abandonar meus afazeres para dedicação exclusiva e disponibilidade para viagens por todo Brasil. Salário de até 20.000, carro e outras vantagens. Não bateu com o meu pensamento. Com o caminho que eu sigo. Com a minha ideologia.
Por eu ter me negado, e por ocasião do conc da PM ma, alguns terem sido flagrados e presos, processados, creio que acharam que eu havia participado da denúncia. Apesar de tudo não participei da denúncia. Hoje vivo um tanto reservado, sem participar de eventos sociais públicos, nem da Academia de Ciências Letras e Artes, da qual sou membro fundador.
Não vivo escondido mas, por precaução, não dou meu endereço a qualquer pessoa. Chato, não é?
Relutei em te falar estas coisas. Mas me inspiraste confiança. No momento ainda não gozo de liberdade para mobilização aberta. Continuo ameaçado, talvez monitorado por esses inimigos gratuitos.
Como consequência disso, vieram problemas de saúde, hipertensão, taquicardia, mas sem diabetes. Hoje situações controladas, porém, pela minha idade, e pelas situações que vivi, sinto não ter mais muito tempo neste Planeta. Caminho com minhas próprias pernas, e bem.

Ainda sou sexualmente ativo, com algumas restrições, devido a minha constituição física. 1m60cm de altura, moreno (pardo?), filho de branca com negro, 68 kg. Fico devendo a foto no momento, mas vou providenciar. Eu me acho bonito de nascença, cheiroso por natureza. Minha avó também achava.
Apesar de ter trabalhado no INPS, IBGE, Banco do Brasil e Justiça Federal, sou aposentado pelo INSS. Nestes dois últimos anos tive que gastar tudo que tinha e comprometi também parte do provento que recebo em saúde, viagens, segurança. Não me envergonho de dizer que cheguei a passar fome e a sofrer com falta de medicamentos. Tenho dívidas controladas. E só a partir de dezembro, agora, procurei ser acessível a propostas de trabalho. Assumi alguns. Alguns amigos e alunos me ajudaram. Graças a Deus.
Quanto aos meus relacionamentos com mulheres, tenho nove filhos, apenas uma me ajuda e me ama verdadeiramente. Os outros depois dessa minha situação nem contatam. Sou divorciado e tive anos depois uma companheira com quem mantive uma boa relação nos tempos das vacas gordas. Hoje não há mais união estável, nem vida em comum, nem sexo. Mas, devido a minha situação e idade, ainda conversamos.
Eu aqui e ela lá. Fico triste em não poder ser aquilo que esperavas. Mas, qualquer que seja a tua decisão, estou pronto a aceitar. Não esperava nesta altura da minha vida encontrar talvez a outra banda da laranja que sempre faltou em mim.
Espero ter sido leal, já que estou sendo honesto com você. Despeço-me pronto para o que sobrevier.

NONATO LOPES ( Madrugada de 16.01.2015)

Enfim, depois de tanto erro passado.
Tantas retaliações, tanto perigo.
Vinícios de Moraes.”

10.3 – Lembranças da Infância:

“RETALHOS DE UMA VIDA
Escreveu: Nonato Lopes da AICLA e de Itapecuru-Mirim – MA

Sentado na rampa velha, concentrado no movimento das águas do meu rio Itapecuru, lembrava-me da surra que levara, de cipó de cujubeira, por ter quebrado um ovo da galinha Pintada que vovó Paula Lopes agasalhara debaixo de uma caixa de madeira que vinha com sabão e que, para nós, servia de assento, mesa e até chocadeira para a galinha Pintada. Minhas costas em brasa. Que raiva! Da vovó e da galinha. Apenas sentara num lado da caixa, levantando o outro. O ovo rolou e parou. Levantei-me, e o que ocorreu em seguida vocês já sabem. “O caldo estava derramado”. Não, o ovo estava quebrado. Bem que a vovó Paula Lopes poderia pensar no “foi sem querer. Bem que a Pintada poderia parar o movimento do ovo com o pé. As costas doíam, e eu acompanhava o movimento das águas. O Sr Serafim, pai do colega João Silveira, acabara de chegar da vazante, na canoa, trazendo verduras e algumas melancias.
Pedro Maranhão que tocava clarineta na Banda de Música (não sei se tinha outro nome, esqueci de perguntar ao Belisca) formada naqueles dias por Zé Araújo (sax), Belisca (bateria), Joaquim Araújo e Pedro Maranhão (clarineta), Militão Lauande (tuba) , Seu Dico, o barbeiro, (sax), Mistó (trombone), ia passando e me perguntou:
– Nato? Tu é o nato do Simpiliço, né? – É – afirmei.
– O que foi essas marcas em tuas costas? Ih! Nato, ta merejando.
– Tudo culpa da Pintada. Ela devia avisar. O galo não avisa? – Avisa. Avisa quando bota o ovo dentro dela. Então…
– Ajuda o homem ali que ele te dá uma banda de melancia.
– Ajudei, e só. Não ganhei nada.
Nós crianças éramos mandados pelos mais velhos, fossem parentes, ou não. Tínhamos que obedecer aos mais velhos.
Por isso, quando ia ao meu rio, pescar os gostosos mangrilos, ou buscar água (depois seriam dez latas dágua por dia), teria de passar na quitanda do
Sr. Fortunato. Tentava passar despercebido. Era em vão.
-Ei fio de Simpiliço, vem cá. Pega essa garrafa e esse dinheiro e vai comprar querosene lá no Seu Chafid.. Cuidado” muleque” pra não perder o dinheiro. Vou cuspir aqui. Um pé lá, outro cá. Deixava a lata vazia ali, pegava a garrafa e o dinheiro e saía correndo. Atravessava a cidade até o começo do Caminho Grande. Ali, o comércio
do Sr.Chafid.
– Seu Chafid…
– Já sei, Nato. Querosene. É pro senhor Fortunato, não é?
– É!
– Nato, e como foi o Jornal da Hora do Brasil de ontem?
– Foi bom. Peguei a garrafa e saí correndo.
É que junto com as palavras do Sr. Chafid, vinham as de seus auxiliares no comércio, as dos fregueses e as das filhas dele que de mim se aproximavam. Era do conhecimento de todos que eu repetia tudo que o locutor da Hora do Brasil dizia. Toda a cidade sabia que eu fazia isso desde os quatro anos.Ouvia o rádio velho de minha tia e repetia tudo. Corria mais, por que meus olhos sentiam “vergonha” ao ver uma filha do Chafid, não sei se Perpétua, fazendo “bichinho” para mim
– Tu quer… Nato, tu quer esta banana (quase podre) pra tu aproveitar, ou estas sementes de mamão pra tu prantar?
– Não Sr. Fortunato. Muito agradecido.
Voltei para casa. Coloquei a água no pote, coando com um pano branco específico pra isso. Peguei o balde e fui tirar água do poço. Olhei a Mary. Ela estava triste. Das meninas que moravam em nossa casa, era a mais velha, 12 anos, início de adolescência, e a que mais se aproximava de mim. Tínhamos encontros escondidos. Chantagens, abraços e alumbramentos mútuos. Gostávamos daquilo. Ao brincarmos de casinha com as outras meninas, eu era o pai e a Mary, a mãe. Coisas sérias praticadas de modo inocente,
– Fiquei triste, não está vendo? Pegou meu braço que segurava a corda do balde. Passou a outra mão macia e devagar em minhas costas, agora, mais doída. Fiquei feliz por alguém em minha casa ter pena de mim.
– Está, Mary. Tudo por causa daquele ovo. Se fosse, pelo menos, ovos de galinha de ouro…
– Nato, não vai trazer a água? – Vai ter que encher os potes sozinho.
– Mary, tá na hora do terço – Bradou minha tia Maria José, a professora.
A casa de minha avó era a última de uma Rua ainda sem nome, muito perto da casa paroquial. Morávamos eu, Zé Maria – meu irmão, minha avó Paula Lopes, minha Tia Maria José, e oito a dez meninas que os pais traziam do interior para que minha tia – professora – ensinasse a elas a leitura, o bordado e a costura. As meninas saiam prendadas. Eu, na metade dos anos 50, era o responsável pela alfabetização das meninas. Meu papel, desde os 7 anos, era fazê-las conhecer as letras, agrupar em sílabas ( soletrar) e ler o catecismo. (tive tanta afinidade com ensinar, que até hoje abraço a profissão).( Para mim, um sacerdócio).
Gosto de ensinar e gostava. Gostava de dar aulas para aquelas meninas. A rotina era a caráter militar. Cedinho todos nós estávamos acordados.
Íamos, o batalhão para a igreja. Ao ouvir a primeira chamada do sino, já estávamos a caminho. Eu levava as flores para substituir as que colocara no buquê da imagem de Santa Terezinha.
O Padre chegava. Ajudávamos em tudo.
– Dominus vo bispum.
– Et qun espírito tuo.
E começava a missa.
Após a missa íamos para casa, cada um de nós tinha uma tarefa. Alguns lavavam roupas, outros varriam a casa, outros varriam o quintal, outros socavam o arroz no pilão, minha avó alimentava os leitões e as galinhas, minha tia fazia o café. O quintal era grande, cheio de rozeiras, mangueiras, jaqueira, plantas medicinais, limoeiros, laranjeiras, cajazeiras, limeiras, um pequeno cafezal e um pé de maconha “pra fazer chá pra dor de barriga”.
Espere. Havia pimenteiras de todos os gostos. As pimentas malaguetas eram as preferidas. Só comíamos carne uma vez por semana e aos domingos. Um pedaço pequeno por pessoa. Meio quilo dava um cozidão com maxixe, quiabo, abóbora, e vinagreira. Nos outros dias, o cardápio variava entre sardinhas, ovos e molho branco – água, limão, sal, cebola, tomates e cabeças de camarão. E aí entrava a farinha de puba ou farinhaseca.

Em alguns meses do ano, tínhamos mais uma opção – peixes frescos ou salgados, inclusive a lavica. Lavica era a traíra, aberta pelas costas, salgada e secada ao sol. Era só esquentar na brasa e comer com farinha e o famoso molho de pimenta, sem cabeças de camarão, é claro.
No inverno, nos últimos meses, havia bastantes peixes. Muitos mesmo.
Todos os dias ouvíamos o som de berrantes vindo da beira do rio anunciando a chegada de canoas e canoas de peixes – surubim, curimatãs, piaus de coco e de vara, mandubés, mandis, branquinhas, cascudos,
piranhas etc…
Outra alternativa era a cafofa. Pegávamos uma cuia com farinha dágua, misturávamos um pouco de azeite de babaçu, pingos de limão, cabeças de camarão e  imentas malaguetas verde. Era uma delícia.
Às vezes, para variar o cardápio, matávamos algum passarinho.”

10.4 – Sua poesia é fascinante e está retratada em várias obras. Apresento
apenas uma das mais de mil, pois essa é o resumo de toda a sua trajetória:

“ Minha vida eram essas errâncias
Desde a entrança até o evento
Que dissimulado, indelével
Inopinado fez surgir o alento”

Mestre NONATO LOPES, meu eterno pai!

JUNIOR LOPES

Maurel Mamede Selares, nascido em 20/03/1971, filho de Kerly Magalhães Selares e Rosemar Soares Mamede, apesar de nascido em São Luís, possui fortes vínculos com o município de Itapecuru Mirim, desde meados dos anos setenta.

Cursou o ensino fundamental no Grupo Escolar Gomes de Sousa e no Centro Educacional do Maranhão, ambos no município de Itapecuru Mirim. Sendo aluno do Colégio Marista em São Luís, da sétima série ao término do ensino médio.

Cursou Engenharia Elétrica e Direito na Universidade Federal do Maranhão.

Possui especialização em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho pela Universidade para Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, UNIDERP.

Posteriormente tornou-se mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília/DF.

Foi professor do ensino médio na disciplina Matemática contratado pelo Estado do Maranhão; servidor do Ministério Público Estadual/MA; servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região; Auditor-fiscal do Trabalho, e, atualmente, é Procurador do Ministério Público da União da Procuradoria Regional do Trabalho no Maranhão. Cargos sempre ocupados mediante aprovação em concurso público, sendo também nomeado em outros cargos decorrentes também de concurso público, tais como Analista judiciário no Tribunal Regional Federal da 1ª Região e técnico na Caixa Econômica Federal.

Atualmente é Procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Maranhão, biênio 2019 a 2021, tendo já exercido a vice-chefia do Órgão nos anos de 2015 a 2019.

Como atividades culturais e educacionais, foi professor de Matemática, idealizou e implementou uma página na internet para a divulgação da história e cultura do nosso município, que possui atualmente mais de doze mil membros. Possui artigos publicados na “Revista Direitos Sociais e Políticas Públicas (UNIFAFIBE)”, qualificação qualis B1 e na obra coletiva: “Direitos Humanos: a Dignidade Humana no Século XXI, pela Editora D’Plácido”.

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MAURO Bastos Pereira RÊGO, nasceu em Anajatuba (MA), a 15 de fevereiro de 1937, filho de Anastácio Pereira Rêgo e Maria Bastos Rêgo. Estudou no Seminário de Santo Antonio, em São Luís e na Escola Técnica de São Luís, hoje CEFET. Licenciado em Pedagogia e Supervisão Escolar pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e em Letras, pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Pós-graduado pela Universidade Salgado Oliveira (SC), é especialista em Língua Portuguesa. Fundou e dirigiu por muitos anos o Colégio Magalhães de Almeida, em Codó (MA), primeiro estabelecimento de nível médio daquela cidade, hoje desativado. Lecionou em vários Colégios em São Luís, Codó, Itapecuru-Mirim e Anajatuba. Recebeu títulos de cidadania em Codó e em Itapecuru-Mirim. Pertence à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), hoje desativada; à Academia Maçônica Maranhense de Letras, em São Luís (MA); à Academia Anajatubense de Letras, Ciências e Artes (ALCA) de Anajatuba e da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes (AICLA). É Correspondente da Academia Vargem-grandense de Letras e Artes (AVLA), em Vargem Grande (MA).  (Contra-capa)

Eu falo do campo. Dos espíritos que povoam a imaginação dos homens da baixada; falo das almas penadas que moram sob as águas dos igarapés e nas enseadas verdes; falo das luzes caminheiras que partem do campo e percorrem as ruas da cidade; falo do aboio dos vaqueiros, do canto dos pescadores, da magia do peixe apanhado de anzol. Falo das nossas crendices, do rufar dos tambores do Divino subindo a encosta dos morros, da dança ancestral do tambor de São Benedito…

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Josemar Sousa Lima é formado em Ciências Econômicas pela UFMA, com especialização pelo PNUD, funcionário da Prefeitura de Itapecuru Mirim (1968 a 1973) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA (1973 a 1997) sendo, nesse período, cedido ao Governo do Estado do Maranhão, onde presidiu o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão – ITERMA e o Núcleo de Programas Especiais – NEPE (1987/1989); e ao Município de São Luís (1993 a 1996), onde foi Secretário de Produção e Abastecimento da Prefeitura de São Luís. No período de 1998 a 2007 foi Coordenador-Geral dos Projetos de Cooperação Técnica do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA no Maranhão. Como voluntário foi presidente do Clube de Jovens de Itapecuru Mirim (1970/1973) a da ONG Instituto do Homem (1996/2001). É membro da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes – AICLA, como poeta e cronista, onde ocupa a Cadeira nº 29, patroneada por Salomão Fiquene.

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Leonete Barros Amorim Barbosa é de Itapecuru Mirim, Maranhão, filha de Leonel Amorim de Sousa e de Maria do Rosario Barros Amorim. Graduada em Pedagogia no ano de 2004, pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), pós graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional em 2008 pela Universidade de Brasília (UNB). Escreve poema, estreou na literatura infantojuvenil no ano de 2018 com o lançamento do livro “Rá, Ré, Ri, Ro, Rua!.”  É membra da Academia Itapecuruense de Ciências Letras e Artes-AICLA e Membra Benemérita da  Academia Inclusiva de Autores Brasiliense-AIAB.

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Benedita Silva de Azevedo, nasceu em Itapecuru Mirim (MA).   Radicada no Rio de Janeiro desde 1987.  Graduada em Letras e Pós graduada em Linguística. Lecionou de 1972 a 2005. É professora, escritora, poeta, haicaísta, antologista e Artista Plástica. Pertence a várias instituições literárias no Brasil, Chile, Portugal e França. Membro fundador da AICLA. Presidente da APALA (2010-2012). Membro Efetivo da ADABL (Associação dos Diplomados da Academia Brasileira de Letras). Artilheiro da Cultura do Centro de Literatura do Forte de Copacabana. Participa do Centro de Expressões Culturais do Museu Militar Conde de Linhares e do Círculo Literário do Clube Naval. Recebeu várias premiações e comendas, inclusive o 1º lugar no “Grande desafio” do 17º Encontro Brasileiro de Haicai, em 2005/SP, 1º lugar no Concurso Brasileiro de Haicai Caminho das Águas, em 2011/ Santos/SP. Escreveu 32 livros individuais e 2 em parceria. Organizou 33 antologias. Publica em  jornais, revistas, sites e em mais de 160 antologias. Autora do Projeto Haicai na Escola /2004, com incentivo  a leitura e a escrita. Fundou o Grêmio Haicai Sabiá  em 2006, em Magé – RJ.   Em 2008, fundou o Grêmio Haicai Águas de Março, o 1º da cidade do Rio de Janeiro, RJ e 2º do Estado. Em 2020 lançou o projeto UTAMAKURA BRASILEIRO (lugares poéticos brasileiros) com lançamento do I Livro em maio de 2021. 

[email protected]

www.beneditaazevedo.com

Terezinha Maria Muniz Cruz Lopes, professora, bancária e ativista cultural arariense.    Mudou-se para Itapecuru Mirim em 1981 para acompanhar o seu esposo itapecuruense, passando a atuar  no magistério local e  dedicar-se  aos trabalhos sociais e culturais da região. Na cultura itapecuruense foi pioneira em vários projetos culturais de relevância como coordenadora de Cultura e Turismo do município. Exerceu vários cargos na administração pública municipal entre os quais:  Secretária de Assistência Social, Secretaria Municipal da Mulher,  Diretora da Casa da Cultura,  Assessora Especial da Cultura e Diretora da APAC (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado – Unidade de Itapecuru Mirim). A professora  vem prestando inestimáveis serviços a cultura e a educação ao município de Itapecuru Mirim.  É membro da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes e recebeu o título de cidadã itapecuruense, da Camara Municipal  em 2002.

Gonçalo Amador Nonato, jornalista, natural da cidade de Presidente Vargas (MA), é um notável defensor da cultura maranhense. Iniciou sua trajetória jornalística na Empresa Pacotilha, proprietária do Jornal Imparcial, onde trabalhou durante 15 anos. Em 23 de novembro de 1990, fundou o Jornal de Itapecuru, na cidade de Itapecuru Mirim.

Organizou uma obra, inédita, Livro Reportagem – o qual registra fatos relevantes que foram noticia, nas páginas do Jornal de Itapecuru, durante os trinta  e um anos, que pretende publicar brevemente. É Membro efetivo da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes (AICLA), ocupante da cadeira número 37 patroneada por Nonato Buzar e membro fundador da Academia Vargem-grandense de Letras e Artes, ocupante da cadeira 05 patroneada por Pedro José Frazão.

Tiago de Oliveira Ferreira é mestrando do PPGL – UFMA, professor concursado do ensino fundamental II de Língua Portuguesa de Itapecuru Mirim e Substituto da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA campi Itapecuru Mirim, autor dos livros Caminhos do Itapecuru uma viagem pelo, Jardim do Maranhão – 2015 e Areias de Santa Rita – 2016. Participou com textos sobre povoados nas coletâneas Púcaro Literário I, II e III organizada pela Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes –AICLA, Instituição que faz parte deste 2015, tendo como Patrono Bernardo Thiago de Matos, cadeira nº 38.