Inaldo Lisboa (Francisco Inaldo Lima Lisboa) é maranhense, nascido em Itapecuru-Mirim, em 1964, onde principiou sua trajetória profissional com momentos marcantes como ator, diretor e autor teatral. Mas foi no antigo grupo CARICARETA, dirigido pelo saudoso ator Jaime Furtado que sua carreira no teatro começou a se consolidar. Graduou-se em Educação Artística, com habilitação em Artes Cênicas, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e em Letras pelo UNICEUMA. É especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Salgado de Oliveira e Mestre em Ciências, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). É doutorando pela Universidade Nacional de Rosário -UNR Argentina. Desde 2015 é diretor Geral pro-tempore do IFMA Campus Itapecuru Mirim.
Desde 1995 é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA São Campus São Luís Maracanã, ex-Escola Agrotécnica Federal de São Luiz) onde, além de suas atividades docentes, exerceu cargo de gestor (Chefe da Diretoria de Desenvolvimento Educacional, Diretor Substituto e Diretor Geral Pro-Tempore). Também desenvolveu um trabalho de pesquisa teatral com o grupo Fazend’Arte e com o qual montou vários espetáculos e conquistou prêmios no Festival Maranhense de Teatro Estudantil, promovido pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão (CACEM) e revelou talentos das artes cênicas. Prêmios recebidos: Melhor espetáculo, melhor diretor e melhor cenografia, com o espetáculo Modernicravizando (2006) recebendo várias vezes menção honrosa pelos textos escritos e encenados.
Foi vencedor do Prêmio Água Fonte de Vida e Desenvolvimento de 2007, na categoria texto teatral, com a peça Canto d´Água, promovido pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão – CAEMA.
Entre suas inúmeras obras, destacam-se as peças teatrais Nossa Velha Canção (1996); Babaçu is Business (1999); Moderniscravizando (2006); Os órfãos de Ayrton Sena (2004); Trangênicos or not Transgênicos (2005); Um grito vindo do Rio Itapecuru (1997), É fogo (2009) entre outras. São também de sua autoria as peças Que Espetáculo é Esse? (1987) e O Filme de Ontem (1988), ambas encenadas pelo grupo CARICARETA e apresentadas no Teatro Artur Azevedo. Escreveu ainda Caminhos de Pedra Miúda, feita a partir de uma pesquisa sobre a história da cidade de Itapecuru-Mirim, texto encenado várias vezes pelo TEIt (Teatro Experimental Itapecuruense), grupo fundado por ele em 1982.
Publicou o livro de crônicas e contos Tudo Azul no Planeta Itapecuru, lançado em 2005 e o livro Nicéas Drumont: o gavião Vadio, prêmio Artur Azevedo, primeiro lugar teatro, no 31º Concurso Literário e Artístico Cidade de São Luís, em 2007.
No mesmo concurso também recebeu o prêmio Graça Aranha, na categoria novelas e romance, obtendo o segundo lugar com o livro de novelas, Os novos degredados do Éden. Participou da coletânea Púcaro Literário, 1ª edição (2017) e organizou, juntamente com Jucey Santana, o livro João Batista: Um homem itapecuruense e sua múltipla história, 2016.
É membro fundador da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes (AICLA) e atual presidente durante o biênio 2020 a 2022. Também é o curador da Festa Literária de Itapecuru-Mirim – FLIM. É associado à Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) e a Associação Maranhense de Autores Independentes (AMEI).
Realizou também o projeto de pesquisa “Projeto Pedagógico Fazend’Arte: uma proposta de teatralidade e alfabetização cênica no cotidiano do IFMA São Luís Campus Maracanã”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Maranhão (FAPEMA) orientando a bolsista Inaiara Costa de Brito, do IFMA Campus São Luís Maracanã.
Roteirizou e produziu o filme longa metragem Caminho de Pedras Miúda (2015), roteirizou, dirigiu e produziu os filmes No Palco com Aldo Leite (documentário em longa metragem) 2018, João Batista (documentário em curta metragem) 2016, No tempo de Abdala era Assim (documentário em curta metragem) 2018, Uma Sexta-feira em 1940 (ficção baseada em fato real curta metragem) 2018.
Em 2019 lançou os livros O último voo das andorinhas e Os novos degradados do Éden, pela Viegas Editora.
O Último voo das Andorinhas
Tudo Azul no Planeta Ittapecuru
Nicéas Drumont:
o gavião Vadio
JOÃO BATISTA:
Um homem itapecuruense
e sua múltipla história
O novos
DEGREGADOS
do Éden
Por Trás de
Portão
Amarelo