Por João Batista Pereira dos Santos
Rio caminho boiada
Alegria de banhistas eufóricos
Descanso, eterna morada
De heróis que não quiseram morte
Caudaloso e brisa suave
Pescando ou descendo a rampa
Tens histórias e cantos de aves
És belo como criança
Correntezas que levam saudades
De eternos cantos poéticos
Igual fêmea, que ansiedade
Em núpcias à baia de São José
Tens riquezas em tua profundeza
Que coronéis deixou com tristeza
Pensando que não seria eternidade, tu
Das brincadeiras que em ti fazia
Da delicadeza que de ti jazia
Eu te adoro Rio Itapecuru